‘Ter meu lar é meu maior sonho’, diz dona de casa inscrita pelo Governo do Amapá no cadastro reserva do Conjunto Miracema

Agora, mais de 170 famílias que vivem em áreas consideradas irregulares seguem para a próxima etapa, que é a análise documental, feita pela Caixa Econômica

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A dona de casa Elizandra Vilhena faz parte de uma das 173 famílias que compõem o cadastro reserva feito pelo Governo do Amapá para destinar os moradores de ocupações irregulares na Rodovia Norte-Sul a apartamentos no Conjunto Miracema, na Zona Norte da capital.

É o caso de Elizandra, que é recém-casada e mora com o marido e a filha na região conhecida como ‘Parque Aeroportuário’, pertencente à União. A possibilidade de ter a casa própria deixa a família mais tranquila e esperançosa.

“Sabíamos que esse local não era um espaço legalizado, mas nós não tínhamos para onde ir. Foi um alívio quando as equipes do Governo do Estado nos explicaram sobre o cadastro reserva do Miracema. É uma luz no fim do túnel, quero manter a esperança em ter o meu lar”, disse a dona de casa.

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Em um levantamento socioeconômico realizado de janeiro a agosto, a Secretaria de Estado de Habitação contabilizou 1.282 famílias vivendo de forma irregular na Área J, onde ficam as regiões popularmente conhecidas como Nova União, Parque Aeroportuário; e Área I, localizada atrás do Hospital do Amor.

Desse total, mais de 173 famílias compareceram à sede do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejucs) para fazer o cadastro reserva e concorrer às moradias no conjunto habitacional Miracema.

“A próxima etapa do processo é enviar todas as documentações recebidas à Caixa Econômica Federal, responsável pela aprovação nos cadastros”, disse a secretária de Habitação, Mônica Dias.

Ainda de acordo com a secretária, o cadastro não é obrigatório. Todo o processo de seleção será realizado atendendo aos critérios exigidos pela Caixa Econômica Federal e Ministério das Cidades.

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