Prefeitura de Macapá e SUDAM discutem parcerias para o desenvolvimento econômico sustentável da região do Bailique

Arquipélago do Bailique possui recursos econômicos, que são considerados fundamentais para impulsionar o desenvolvimento sustentável

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A Prefeitura de Macapá, reuniu com lideranças da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) nesta segunda-feira (16), para discutir parcerias que promovem o desenvolvimento inclusivo e sustentável da Amazônia, na região do Marajó, no Pará, e no arquipélago do Bailique, no Amapá. O encontro acontece no auditório central da Sudam em Belém, e continua na terça-feira (17).

A Sudam reconhece que a região do Bailique possui recursos econômicos, que são considerados fundamentais para impulsionar o desenvolvimento sustentável, alinhando-se com as principais políticas formuladas pelo Governo Federal.

Segundo Eduardo Fleury, secretário municipal de Agricultura, os esforços conjuntos dão ênfase na promoção da sociobiodiversidade e no fortalecimento da agricultura familiar das regiões ribeirinhas de Macapá.

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“Nossa missão é promover o desenvolvimento, inclusão, integração e conexão das pessoas que residem na Amazônia, por meio de políticas que sejam ambientalmente sustentáveis e economicamente viáveis. Essas tratativas são um avanço e uma forma de fortalecer os produtores familiares do Bailique”, disse.

Demandas prioritárias para o arquipélago do Marajó e Bailique

O seminário identifica os principais desafios e oportunidades em diversos temas para o desenvolvimento dessas regiões, num esforço conjunto que envolve a sociedade civil, articulação interinstitucional nas três esferas de governo e participação do setor privado.

A partir do mapeamento, será direcionado a ação pública e privada para atender demandas prioritárias para o desenvolvimento sustentável do Arquipélago do Marajó/PA e Bailique/AP.

Valcir Marvulle, secretário municipal de Meio Ambiente, reforça que a gestão municipal busca incentivar a ampliação da produção sustentável e com boas práticas ambientalmente responsáveis na região do Bailique.

“O município já atua com políticas que fomentam a produção em uma extensa área de mais de 60 mil hectares, respeitando as leis ambientais brasileiras. Licenciamos mais de 65 produtores para trabalharem com a produção do açaí na região, além de outras ações que envolvem o bem-estar e a educação da população”, ressaltou.

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